Sobre o livro

“Cora, e agora?" é um livro ilustrado que tem como objetivo de conscientizar sobre os malefícios do uso excessivo do celular e promover uma relação mais saudável com a tecnologia. 

Se configura como uma ferramenta educativa tanto para escolas quanto para famílias, estimulando o diálogo sobre o uso equilibrado de tecnologias e incentivando hábitos saudáveis. A ideia é que as crianças, com o apoio de educadores e pais, possam refletir sobre a importância de desconectar-se para reconectar com o mundo real e com suas próprias emoções. 

Tudo começa quando Cora ganha um novo presente dos pais: o Jorge. Ao longo da história, a relação de Cora com o Jorge simboliza de maneira divertida e acessível os efeitos do uso desequilibrado do celular, como a perda da noção do tempo e o distanciamento das pessoas que nos cercam.

IMPORTÂNCIA

Pesquisas recentes apontam que o uso excessivo de telas tem gerado sérios efeitos na saúde mental das crianças. Um estudo da American Psychological Association (2022) revela que o tempo excessivo em dispositivos digitais está diretamente relacionado ao aumento de níveis de ansiedade e estresse entre os jovens. 

Uma outra pesquisa, realizada pela Unicef em 2023, mostrou que o uso constante de celular pode prejudicar a capacidade de foco das crianças, comprometendo seu desempenho escolar e a qualidade de suas interações sociais. 

Estudos como o da National Institute of Mental Health (2021) reforçam que o excesso de tempo em frente a telas pode afetar a saúde mental das crianças, contribuindo para problemas de autoestima e dificultando a capacidade de se relacionar de maneira saudável com os outros.

POSSIBILIDADE DE DESDOBRAMENTOS

• O livro acompanha materiais de apoio feitos pela SOS Educação: uma voltado para professores e outra para famílias. Ambas abordam maneiras práticas e simples de utilizar o material com filhos e alunos.
 
• Além do material impresso, o projeto conta com possíveis desdobramentos na formação de professores e famílias: palestras e formações por Roberta e Taís Bento, do SOS Educação.

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